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domingo, 18 de setembro de 2011

265

263 eu e ambivalências de marcas

Na Zara experimento o S e !.
Na Promod aperto o cinto no 36.
Na Pull&Bear ainda no S mas também no M.
Já fui. Sou.
Como a I costuma dizer « o sol nasce todo os dias» e como a M diz e é « eu sou o que sou» [e bem] e encore et bien a B «fomos, somos, seremos»
Bem.

sábado, 17 de setembro de 2011

262 eu e Serge Reggiani/Boris Vian

1. Arthur où t'as mis le corps.

2. Le régiment des mal-aimés.

3. Valse dingue.

4. Je bois.

5. Sermonette.

6. Sans blague.

7. J'ai pas d'regrets.

8. Fugue.

9. Le déserteur.

10. De velours et de soie.

11. Dernière valse.

12. Que tu es impatiente, la mort.

261 eu e Alexandre O'Neill

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

260 eu e Fernando Pessoa

Há uma musica do Povo,
Nem sei dizer se é um Fado
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado…

Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser…
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver…

Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção…
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração…

Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido…
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!